sexta-feira, 14 de maio de 2010

Como é bom ser Internacional


Ainda em êxtase pela vitória de ontem, não consegui reunir pensamentos e ideias para escrever um texto sobre o jogo épico. Então vou apenas colar um trecho da crônica, do Lédio Carmona, sobre a partida:

Mas essa foi a vantagem do Inter. Repito: não foi brilhante. Mas conseguiu ser tão pragmático e frio contra o Estudiantes. Jamais perdeu o foco, a linha e uma dividida. Jogou com intensidade, sem desrespeitar o grande adversário. Aquilo era uma decisão. Que não tinha a arte do Santos, a modernidade do Grêmio, muito menos a moleza rubro-negra da véspera. Tinha garra, guerreiros e muita estratégia. E, no lance final naquele tabuleiro banhado em suor, surgiu o uruguaio Sorondo, em diagonal e na velocidade de quem sonhava em virar herói, para vencer Orion.

Gol da vitória. O gol do 1 a 0. O gol do Internacional. O gol da goleada unitária do colorado. O gol da noite.

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